terça-feira, 2 de dezembro de 2008

Contra os Canhões, marchar, marchar!


Fim de semana

Frio/Chuvoso e em que ao contrário do que eu esperava,

INÉDITO!

 

Qual o Pai que não gosta de um bom filme? E se tiver um bom elenco melhor! E bola ainda melhor!

Como aquele de 1981……pois é…qual?

Aquele com STALLONE, CAINE , Pelé, Bobby Moore, Osvaldo Ardiles, Co Prins e Mike Summerbee…..

Pois já lá vão uns aninhos que não via nada parecido ou que me fizese lembrar o tal filme de John Huston.

……Ainda não chegaram lá?.........então aqui vai.

 

FUGA PARA A VITÓRIA

Para quem não viu o filme aqui fica um resumo:

 

Este não é um jogo de futebol qualquer. Isto é uma guerra! O campo de batalha: um estádio na cidade ocupada de Paris. Os exércitos: as estrelas do futebol alemão contra um grupo de prisioneiros de guerra Aliados! O objectivo: demonstrar a superioridade ariana. Adivinhe quem ganha? Melhor ainda, adivinhe quem utiliza o jogo para engendrar um engenhoso plano de fuga?
Sylvester Stallone, Michael Caine e Max von Sydow são cabeças de cartaz neste arrebatador e empolgante clássico dirigido por Jonn Houston, mas são os talentos ímpares de algumas das moiores lendas do futebol como Pelé, Bobby Moore, Osvaldo Ardiles, Co Prins e Mike Summerbee que fazem do desafio decisivo um jogo de cortar a respiração e vibrar por mais.

 

……de facto um magnífico filme!

 

Foi de louvar a coragem, empenho e garra dos nossos jogadores que mesmo tendo menos um ano que os adversários, conseguiram jogar futebol contra todas as adversidades (incluindo a chuva e o frio), e tal como no filme jogaram o jogo até quando o apito quis apitar!

Sinceramente cheguei a pensar que o jogo até poderia ser difícil de vencer, mas ao intervalo já tinha a minha leitura praticamente feita….

 Apenas quero deixar os meus sinceros parabéns aos dois Agentes da GNR presentes, que souberam perfeitamente desempenhar as suas funções, bloqueando de imediato os acessos ao campo, quando os jogadores dos Juvenis tentaram invadir o recinto ( ….e para quê? autógrafos? Os nossos jogadores são de facto mais novos um ano….mas tanto alvoroço para quê?)

Relembro que nem sempre tivemos de jogar contra tudo e todos…. Pois felizmente o nosso golo até foi validado e curiosamente em posição legal….. BRAVO! (No tal filme tiveram mais azar……..) há é verdade! tivemos ainda direito a alguns lançamentos laterais.

 

 

Quem esteve lá sabe como foi. E se alguém tiver imagens, quem sabe se não poderá fazer novo filme?......

 

PARABÉNS A TODOS OS JOVENS ATLETAS DOS DOIS CLUBES, pelo empenho e vontade de vencer!

 

A quem estragou a festa………Paciência, a vida é uma lição, e saber assumir os nosos erros é bonito e fica bem!

 

Para quem não conhece o significado de “contra os canhões, marchar, marchar”,

Aqui fica A Portuguesa e respectiva História.

 

 

 

 

 

Hino Nacional 

O Hino Nacional é o outro símbolo nacional definido pelo artigo 11º da Constituição. Com música da autoria de Alfredo Keil e letra de Henrique Lopes de Mendonça, A Portuguesa foi composta no rescaldo emocional do Ultimatum e tornou-se a marcha dos revoltosos do 31 de Janeiro. Certamente por esse motivo, foi proibida pelo regime monárquico. A revolução de 5 de Outubro acabaria por recuperá-la e, logo em 17 de Novembro, o Ministério da Guerra determinava que, sempre que se executasse o hino A Portuguesa, todos os militares presentes, quando fardados, fizessem continência e, estando à paisana, se descobrissem, conservando-se de pé, em ambos os casos, até ao final da execução.

Contudo, a aprovação da versão oficial só se viria a dar-se em 1957, através da resolução do Conselho de Ministros publicada no Diário do Governo, 1ª série, nº 199, de 4-9-1957. Em consequência, foi elaborada a versão para grande orquestra sinfónica, da autoria de Frederico de Freitas, e, a partir desta, a versão para grande banda marcial, pelo major Lourenço Alves Ribeiro, inspector das bandas militares.

 

A Portuguesa

Heróis do mar, nobre povo,
Nação valente, imortal,
Levantai hoje de novo
O esplendor de Portugal!
Entre as brumas da memória,
Ó Pátria, sente-se a voz
Dos teus egrégios avós,
Que há-de guiar-te à vitória!

Às armas, às armas!
Sobre a terra, sobre o mar,
Às armas, às armas!
Pela Pátria lutar
Contra os canhões marchar, marchar!

Composição
Alfredo Keil, Henrique Lopes de Mendonça

Fonte dos Textos Hino: Página Oficial da PRESIDÊNÇIA DA REPÚBLICA PORTUGUESA

2 comentários:

Mister disse...

ahahahah!!!
tanta baboseira junta.
porque será que as pessoas não são mais honestas nas observações que fazem àcerca dos acontecimentos?

Ricardo Esteves disse...

É a sua opinião. Mas seria bom que se identificase, pois as pessoas honestas mostram a sua identidade e dão a cara.
Obrigado pelo seu comentário, veio reforçar tudo o que foi escrito.